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Boas Festas, com saúde

Os meses de Dezembro e Janeiro são meses festivos, repletos de momentos de confraternização, de celebração e também de excessos. Vários estudos sugerem um aumento da mortalidade por enfarte agudo do miocárdio na época natalícia. O mais recente, publicado em 2018, realizado na Suécia com uma amostra de 283.014 casos de enfarte, observou um risco aumentado durante a véspera de Natal e de ano novo, de cerca de 15%. Às pessoas com doença cardiovascular recomenda-se cuidados acrescidos e:

  •  Cumprir a medicação habitual
  •  Evitar excessos alimentares e consumo exagerado de álcool
  •  Reconhecer os principais sintomas de enfarte agudo do miocárdio. A dor forte e intensa no peito é o sintoma mais frequente, mas pode fazer-se acompanhar de outros sinais como:
    •  dor abdominal, que se pode estender para os braços, costas e maxilar
    • náuseas e vómitos
    • suores
    • falta de ar
    • tonturas
  • Na presença de algum dos sintomas de enfarte agudo do miocárdio contactar de imediato o 112 ou pedir ajuda a alguém para o fazer. A assistência médica é essencial, já que, quanto menos tempo passar, maior a possibilidade de recuperação.

O ideal é optar por um Natal e Réveillon saudáveis e sustentáveis com escolhas felizes. A Direção Geral de Saúde (DGS) lançou 12 sugestões para um Natal mais saudável num formato interativo e apelativo. Conheça ainda o Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da DGS, em conjunto com a Câmara Municipal de Lisboa, com o livro de receitas “Natal Saudável com Zero Desperdício”.

Numa época em que habitualmente aumenta o consumo e a produção de lixo e resíduos, há que apostar em opções sustentáveis. Saiba mais com dicas para um natal mais ecológico. A TRASESA deseja a todos os clientes, parceiros e colaboradores um feliz natal e próspero Ano Novo, saudável e sustentável.   Fontes:
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‌21 de Junho de 2022 | Dia Internacional do Yoga

Yoga para a Humanidade

 

O Dia Internacional do Yoga é comemorado no dia 21 de Junho em muitos países ao redor do mundo. O evento foi celebrado pela primeira vez em 2015. A proposta deste dia foi lançada pela primeira vez pelo 1º ministro Narendra Modi em 27 de Setembro de 2014, na Organização das Nações Unidas, onde foi estabelecido o dia 21 de Junho como o Dia Internacional do Yoga. A data de 21 de Junho foi escolhida por ser o Solstício de Verão, o dia do ano com mais luz solar.

A essência do Yoga é o equilíbrio - não apenas o equilíbrio dentro do corpo ou entre a mente e o corpo, mas também o equilíbrio na relação humana com o mundo. O Yoga enfatiza os valores de atenção plena, moderação, disciplina e perseverança. Quando aplicado a comunidades e sociedades, o Yoga oferece um caminho para uma vida sustentável em harmonia com o planeta Terra. De acordo com este espírito, o tema para as celebrações do Dia do Yoga deste ano é “Yoga para a Humanidade”.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera ainda, que a prática regular de Yoga – uma tradição de 5.000 anos – é uma ferramenta valiosa para pessoas de todas as idades tornarem a atividade física parte integrante da vida e alcançarem o nível necessário para promover a boa saúde.

No Dia Internacional do Yoga de 2021, a OMS, em colaboração com o Governo da Índia, lançou a WHO mYoga - um aplicativo de ioga para ajudar as pessoas a manterem-se ativas e saudáveis. O aplicativo contém uma coleção de vídeos e arquivos de áudio para ensinar e acompanhar a prática de ioga, e é uma ferramenta fácil de usar e gratuita. Saiba mais aqui.

O Yoga é uma prática antiga e complexa, enraizada na filosofia indiana. Começou como uma prática espiritual, mas tornou-se popular como forma de promover o bem-estar físico e mental. Com uma combinação de posturas corporais cuidadosas e meditação, o Yoga contribui para alcançar a harmonia da mente, corpo e alma.

No Dia Internacional do Yoga 2022, a TRASESA une-se à sociedade para destacar os benefícios do Yoga para a saúde física, e mental, em todos os contextos, e incentivar a atividade física regular e adequada.

 

Fontes:

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Dia 14 de Junho | Dia Mundial do Dador de Sangue

“Pense em dar não apenas como um dever, mas como um privilégio.”
John Rockfeller

SABIA QUE 1 DOAÇÃO DE SANGUE, PODE SALVAR ATÉ 3 VIDAS?
Dar Sangue é um ato solidário que faz a diferença.

REQUISITOS PARA DOAR SANGUE
Ter vontade
Idade igual ou superior a 18 anos
Ter pelo menos 50kg
Ser saudável

QUANTAS VEZES POSSO DOAR SANGUE POR ANO?
Homens |4 vezes por ano
Mulheres| 3 vezes por ano

As doações de sangue devem cumprir um intervalo mínimo de 2 meses entre as dádivas.

QUAIS OS MEUS DEVERES ENQUANTO DADOR DE SANGUE?
- Formalizar o consentimento para a dádiva por escrito (preenchimento do consentimento informado).
- Responder com verdade, consciência e responsabilidade às questões que lhe são colocadas.

CUIDADOS A TER NA DÁDIVA DE SANGUE

Antes

  • reforçar a hidratação com líquidos como água ou chá no dia anterior e no próprio dia
  • evitar grandes períodos de exposição solar
  • tomar sempre o pequeno-almoço

APÓS

  • continuar a hidratação
  • evitar grandes períodos de exposição solar
  • evitar o exercício físico no dia da dádiva

 

Dê sangue já, saiba mais aqui: https://dador.pt/
Fontes SNS e IPST

 

Para saber mais:
https://www.ipst.pt/
https://www.sns24.gov.pt/guia/posso-dar-sangue/

 

 

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Dia Mundial do Meio Ambiente – 5 de Junho de 2022

Em 2022, completam-se os 50 anos da Conferência de Estocolmo, que designou o dia 5 de junho como Dia Mundial do Meio Ambiente. O tema deste ano, "Uma Só Terra", tem como foco a vida sustentável em harmonia com a natureza.

O número de desastres naturais quintuplicou nos últimos 50 anos devido, inclusive, às alterações climáticas. O impacto que esta emergência climática provoca no meio ambiente repercute-se no trabalho, na sociedade e na vida das pessoas.

Em concomitância, a perda da biodiversidade atingiu um estado critico perturbando o delicado equilíbrio dos ecossistemas  e limitando a sua capacidade de prestar serviços vitais à humanidade.

A TRASESA  deseja também, prestar um contributo para uma sociedade em harmonia com o meio ambiente.  A TRASESA considera importante sensibilizar e promover mudanças, com recurso a estilos de vida mais sustentáveis e saudáveis.

Todos podemos ajudar a reduzir o impacto negativo com pequenas mudanças na forma como compramos e consumimos. Inspire-se nestas sugestões e descubra como pode ter mais impacto:

  • Uma dieta balanceada e baseada em vegetais é boa para a saúde e para o planeta
  • A compra de produtos e serviços com baixa pegada ambiental. É uma forma de investir em produtos e empresas menos poluentes
  • Trocar o transporte pessoal  por opções mais ecológicas como veículos elétricos e combustíveis mais limpos

FONTES:

  • Alterações Climáticas: Desastres naturais quintuplicaram nos últimos 50 anos. (2021, August 31). Nações Unidas - ONU Portugal. https://unric.org/pt/alteracoes-climaticas-desastres-naturais-quintuplicaram-nos-ultimos-50-anos/
  • Environment, U. N. (2020, May 5). Sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente. World Environment Day. https://www.worldenvironmentday.global/pt-br/sobre-o-dia-mundial-do-meio-ambiente
  • Environment, U. N. (2022, November 5). Practical Guide. World Environment Day. https://www.worldenvironmentday.global/pt-br/get-involved/practical-guide
  • Nations, U. (n.d.). World Environment Day. United Nations. https://www.un.org/en/observances/environment-day
  • UN Environment Programme. (n.d.). Www.facebook.com. https://www.facebook.com/unep/
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Dia Mundial sem Tabaco 2022 – 31 de Maio

O Dia Mundial sem Tabaco, é uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), que tem como finalidade consciencializar sobre os efeitos nocivos do tabaco e da exposição ao fumo passivo.  Visa informar as pessoas sobre o que podem fazer para ter uma vida saudável e proteger crianças, adolescentes e jovens das consequências do tabagismo.

O tema da campanha deste ano é " Tabaco: Ameaça ao nosso meio ambiente “ e pretende dar mais uma razão para parar o uso de tabaco.

No contexto do Dia Mundial Sem Tabaco 2022, a TRASESA, deseja sensibilizar  para os perigos do tabaco e o seu impacto na saúde de quem usa e de quem os rodeia. Do mesmo modo, pretende  informar que,  se é um dos 7 em 10 fumadores que quer deixar de fumar, não deixe de pedir apoio para cessação tabágica à sua equipa de saúde, ou através do SNS 24 - 808 24 24 24. Consulte ainda os 15 passos para deixar de fumar, da Direção Geral de Saúde.

   
  • A OMS estima que, todos os anos, os produtos de tabaco matam mais de 8 milhões de pessoas. Destas, mais de um milhão de pessoas morrem de exposição ao fumo passivo, incluindo crianças.
  • O cultivo, fabrico e uso do tabaco envenena a água, solo, praias e  cidades com resíduos tóxicos. É importante mudar para meios de subsistência alternativos e mais sustentáveis para reduzir o impacto ambiental do cultivo e fabrico de tabaco.
  • Devido à presença de nicotina, solventes, aromatizantes e outros aditivos, o uso de cigarros eletrónicos provoca dependência e não é seguro para a saúde. Os líquidos sem nicotina, pela  presença de aromatizantes, podem, também, ser nocivos para a árvore respiratória.
  • Deixar de fumar é a melhor decisão que uma pessoa fumadora pode tomar para melhorar a sua saúde e a saúde dos que o rodeiam. Parar de fumar diminui o risco de morte prematura.
  • Não há argumentos a favor do tabagismo! Se já fuma, saiba que as pessoas que deixam de fumar vivem em média mais 10 anos, quando comparadas com aquelas que continuam a fumar.
  ‌Fontes:
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Celebramos o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho

O Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho é celebrado, um pouco por todo o mundo, a 28 de Abril, com o objetivo de homenagear as vítimas de acidentes de trabalho e de doenças profissionais e de sensibilizar para uma melhor prevenção deste tipo de acidentes. Para além de sensibilizar as empresas e trabalhadores é também necessário estabelecer todas as medidas preventivas necessárias que garantam a segurança e saúde no trabalho.

A OIT destacou como tema para 2022 a importância da participação e diálogo social na criação de uma cultura positiva de segurança e Saúde. Durante o período de pandemia e crise sanitária, verificaram-se os inúmeros riscos no mundo laboral. Ter um forte sistema de Segurança e Saúde no Trabalho que inclua a participação dos empregadores, trabalhadores, governo, agentes de saúde pública é uma peça fundamental para garantir a proteção dos ambientes de trabalho e seus trabalhadores. É igualmente importante ter uma cultura de segurança e saúde focada para a prevenção.

Através do diálogo efetivo, governos e parceiros sociais podem e devem participar ativamente de todas as fases dos processos de decisão da SST. Isso é importante desde o desenvolvimento e revisão da política da SST e dos enquadramentos legislatórios para enfrentar os constantes e novos desafios da SST, até a aplicação real ao nível do local de trabalho.

Portanto, o diálogo social contribui não só para melhorar as políticas e estratégias da SST, mas também para construir e facilitar o caminho para uma implementação mais rápida e mais eficaz.

A Trasesa celebra este dia junto dos seus clientes, fornecedores, colaboradores e demais partes envolvidas, esperando que o seu contributo marque a diferença e que seja reconhecida como um exemplo nesta matéria.

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Relatório Único 2021 | Entrega decorre até 15 de abril

A partir de hoje e até 15 de abril, as empresas devem entregar o seu Relatório Único.

O Relatório Único é de entrega obrigatória para entidades empregadoras com trabalhadores por conta de outrem ao seu serviço no ano anterior (2021). Este instrumento permite conhecer melhor as empresas, o emprego e as condições de trabalho, e é fundamental na definição e execução de políticas públicas, sociais e económicas.

Em 2021, cerca de 300 mil empregadores entregaram o seu Relatório Único referente a 2020, com informação sobre as condições de trabalho de mais de 3 milhões de trabalhadores.

Depois de submeter o Relatório Único, as empresas podem visualizar o seu Balanço Social e o seu Balanço das Diferenças Remuneratórias entre Mulheres e Homens, ambos produtos construídos com base nas respostas que deram a diferentes anexos do Relatório Único.

Para esclarecimento de dúvidas, as empresas devem aceder à plataforma e clicar em “Reportar problema”.

Entregue o Relatório Único da sua empresa aqui.

  Fonte (ACT): https://bit.ly/3NsthjZ
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Doenças e acidentes de trabalho causam cerca de dois milhões de mortes por ano

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) apresentaram as primeiras estimativas conjuntas sobre as mortes prematuras evitáveis devido à exposição a riscos profissionais prejudiciais para a saúde.

Ainda antes da realização do XXII Congresso Mundial sobre Segurança e Saúde no Trabalho (20 a 23 de setembro), foi publicado o relatório da OMS/OIT "Estimativas conjuntas da OMS e da OIT sobre o ônus de doenças e lesões relacionadas ao trabalho, 2000-2016" que destaca a morte de 1,9 milhões de pessoas devido a doenças e acidentes relacionados com trabalho.

A maioria das mortes relacionadas com o trabalho (81%) foram provocadas por doenças respiratórias e cardiovasculares como as doenças pulmonares obstrutivas crónicas (450.000 mortes), AVC (400.000) e doenças cardíacas isquémicas (350.000). Por outro lado, 19% das mortes (360.000) foram causadas por acidentes de trabalho.

O estudo analisa ainda 19 fatores de risco profissional, incluindo exposição a longas horas de trabalho e exposição no local de trabalho à poluição do ar, agentes alergénicos, carcinogénicos, fatores de risco relacionados com o ambiente ergonómico, e ao ruído. A exposição a longas horas de trabalho foi o principal fator de risco, associado a aproximadamente 750.000 mortes. A exposição à poluição do ar (partículas, gases e fumos) no ambiente de trabalho foi responsável por 450.000 mortes.

Segundo o relatório, as doenças e os acidentes de trabalho sobrecarregam os sistemas de saúde, reduzem a produtividade e podem ter um impacto catastrófico nos rendimentos das famílias.

A nível mundial, o número de mortes relacionadas com o trabalho per capita diminuiu 14% entre 2000 e 2016, o que pode ser explicado por melhorias na saúde e segurança no local de trabalho. Contudo, as mortes por doença cardíaca e AVC associadas à exposição a longas horas de trabalho aumentaram 41% e 19%, respetivamente. Estes valores indicam uma tendência crescente deste fator de risco psicossocial relativamente nova.

Este primeiro relatório permitirá aos decisores políticos monitorizarem as causas de deterioração da saúde no trabalho à escala nacional, regional e global. Desta forma, será possível uma definição, planeamento, cálculo de custos, implementação e avaliação mais apropriados para melhorar a saúde da população trabalhadora e a equidade sanitária.

De forma a apoiar a ação dos governos, neste relatório é ainda apresentado um conjunto de ações preventivas para minimizar os fatores de risco, bem como ações suplementares para assegurar locais de trabalho mais saudáveis, seguros, resilientes e socialmente mais justos.

 

Fonte (ACT): https://bit.ly/3Kmz4Gi

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COVID-19: Recomendações para o sector da Construção

MEDIDAS TÉCNICAS E ORGANIZACIONAIS

Organização do Estaleiro

  • No âmbito da reavaliação de riscos decorrente da COVID-19, cada entidade deve ter elaborado e/ou rever um Plano de Contingência com as medidas de Prevenção, Contenção e Mitigação à doença COVID-19 em contexto laboral para cada estaleiro de construção, sem prejuízo do cumprimento do Plano de Contingência de cada estaleiro onde desempenhe a sua atividade. As medidas previstas a nível de estaleiro e as previstas pela entidade devem estar alinhadas por forma a serem efetivas. A coordenação entre os diversos empregadores presentes no estaleiro é fundamental.
  • O Plano de Contingência deve ser dinâmico e funcionar como um complemento ao Plano de Segurança e Saúde (PSS) e aos seus respetivos Desenvolvimentos Específicos ou às Fichas de Procedimentos de Segurança.
  • O Plano de Contingência deve, com as necessárias adaptações, respeitar as regras em vigor no estaleiro, conforme  estabelecidas no PSS, prevendo um conjunto de procedimentos de prevenção de riscos.
  • Rever o planeamento da atividade antes do início de cada tarefa, tendo em conta o distanciamento físico, limitando o número de trabalhadores e de empresas a operar em simultâneo no estaleiro.
  • Reduzir ao mínimo necessário as reuniões presenciais em estaleiro e, sempre que possível, assegurar que estas sejam efetuadas por videoconferência ou ao ar livre no estaleiro (garantindo o distanciamento físico entre participantes presentes no mesmo espaço).
  • Efetuar, sempre que possível, as ações de formação ao ar livre (garantindo o distanciamento físico entre os formandos).
  • Afixar informação relacionada com as medidas a adotar pelo trabalhador em contexto COVID-19 (por exemplo, as informações da DGS e ACT).
  • Disponibilizar água e sabão (ou solução alcoólica sempre que não se afigure viável a disponibilização de água e sabão),  toalhetes de papel e caixotes do lixo, em todos os locais partilhados pelos trabalhadores e/ou nas zonas de acesso às  respetivas instalações.
  • Realizar periodicamente, por um elemento da cadeia hierárquica da equipa ou do estaleiro, o levantamento das situações perigosas verificadas com o objetivo de se adotar medidas e desenvolver procedimentos para evitar que tais situações se repitam. Este tipo de atividade enquadra-se nas atividades dos Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), devendo ter a coordenação dos técnicos destes serviços. Os técnicos responsáveis pela SST no estaleiro deverão participar neste  processo, bem como nas inspeções às condições de aplicação e implementação das medidas previstas no Plano de Contingência ou noutras instruções de prevenção da COVID-19.

 

Entrada no Estaleiro

  • Estabelecer entradas e saídas de trabalhadores desfasadas e redefinir caminhos de circulação no estaleiro, para evitar o contacto/cruzamento de pessoas e garantir o distanciamento físico.
  • A entrada em cada estaleiro deve ser precedida de ações de sensibilização para todos os trabalhadores relativamente à implementação do Plano de Contingência e sobre outras medidas de prevenção incluídas no PSS.
  • Restringir a entrada de visitantes ao estaleiro.
  • Aconselhar a não concentração de trabalhadores e fornecedores em qualquer das zonas do estaleiro.
  • Garantir que são adotadas medidas específicas, previamente acordadas, de entrada de fornecedores e transporte dos materiais no estaleiro, revendo o processo logístico/organizativo associado de forma a promover o distanciamento físico.
  • Adotar protocolos de entrega e rastreio no que respeita aos fornecedores, por forma a identificar o condutor/empresa e trabalhadores com quem houve contacto na obra.
  • Garantir que as equipas se mantêm com os mesmos trabalhadores, dentro do possível, em estaleiro, com vista à restrição da propagação do SARS-CoV-2.
  • Garantir que as regras sanitárias definidas são cumpridas aquando da entrada de novas equipas de subempreiteiros em obra.

 

Frente de Obra

  • Evitar o contacto físico entre trabalhadores, por exemplo, colocando os equipamentos de trabalho numa superfície onde o colega o possa apanhar, em vez de o passar "de mão em mão".
  • Cada trabalhador deve efetuar a higienização das superfícies de toque dos equipamentos e máquinas que opera no estaleiro (empilhadores, gruas, máquinas de movimentação de terras, etc.), com regularidade e quando há troca de operador.
  • Assegurar que todos os equipamentos de proteção são guardados em local apropriado, verificados e limpos, se possível antes e, obrigatoriamente após cada utilização, bem como reparados ou substituídos se tiverem defeitos ou estiverem danificados.
  • Garantir que os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) não são partilhados pelos trabalhadores.
  • Reforçar o número de instalações sanitárias e de vestiários (armários ou locais reservados para guarda de roupas e/ou bens pessoais) para a higiene pessoal dos 0trabalhadores, garantindo o distanciamento físico.
  • Garantir a ventilação natural nos contentores ou espaços fechados.
  • Reforçar o plano de limpeza e de higienização de todas as zonas sociais do estaleiro.

 

Escritório em Obra

  • Manter a presença física dos trabalhadores em estaleiro reduzida ao estritamente necessário, recorrendo ao teletrabalho sempre que a natureza da atividade o permita.
  • Cada trabalhador deve higienizar os seus equipamentos (mesa, teclado, rato, telefone, etc.), assim como as superfícies de contacto dos equipamentos partilhados (botões da impressora/digitalizador, etc.).
  • Incentivar o uso de objetos pessoais e intransmissíveis Ex: garrafas de água ou de outra bebida).

 

Espaços de Refeições no Estaleiro

  • Garantir o acesso em turnos desfasados dos trabalhadores.
  • Garantir o respeito pelas normas de distanciamento físico e demais regras sanitárias, conforme orientações da autoridade de saúde, nas mesas de refeição e na fila (no caso de existir cantina).
  • Promover a higienização dos espaços ocupados pelos trabalhadores após o uso e no final de cada turno.
  • Garantir meios de higienização das mãos antes das refeições.

 

Transporte e Deslocação de Trabalhadores

  • Durante o transporte para o estaleiro, devem ser cumpridas as regras de etiqueta respiratória e de higienização da viatura, nomeadamente das superfícies de toque/contacto.
  • Garantir que o transporte de matéria prima é efetuado mediante o respeito das necessárias regras de higiene definidas pela DGS.
  • Reduzir a lotação nas viaturas de transporte de trabalhadores para 2/3 da sua capacidade, de modo a manter uma distância de segurança.
  • Cada viatura deve estar provida de solução alcoólica para a desinfeção das mãos e das superfícies onde há contactos frequentes.
  • Durante o transporte de trabalhadores deve ser garantido o uso de máscaras por todos os ocupantes.

 

Higienização e Limpeza

  • Reforçar a limpeza e desinfeção de todos os equipamentos e utensílios de uso diário e das superfícies de contacto (Equipamentos de Proteção Coletiva, plataformas de trabalho, corrimãos de escadas, botões de elevadores, maçanetas de portas e portões, interruptores de luz, mesas, bancadas, puxadores das portas, torneiras, autoclismos, assentos e tampas de sanitas, impressoras, computadores, telefones, material de escritório, mesas e cadeiras).
  • Disponibilizar vários pontos de lavagem/desinfeção das mãos equipados com dispensadores de sabão ou/e solução alcoólica.
  • Os trabalhadores devem lavar as mãos de forma regular:
    • ao longo do dia
    • na entrada e saída no estaleiro, nas várias instalações (refeitório, instalações sanitárias, escritórios, etc.) e nos veículos
    • sempre que mudem de atividade
    • antes da colocação das luvas e depois destas serem tiradas
    • após qualquer manuseamento de equipamentos e ferramentas (rádios intercomunicadores, sacos e contentores de resíduos, chaves, puxadores/maçanetas das portas/janelas, corrimãos, autoclismos, máquinas/ferramentas de uso coletivo, equipamentos informáticos, botões, etc.)
  • Nos espaços onde não haja a hipótese de lavar as mãos com água e sabão, os trabalhadores devem desinfetá-las com solução alcoólica.
  • Garantir a disponibilização de toalhetes de papel e caixotes do lixo, em todos os locais de higienização das mãos
  • Devem ser elaboradas instruções de limpeza compreensíveis e objetivas, mediante elaboração de um plano de higienização
    e limpeza, com a definição da metodologia a usar, identificação das pessoas responsáveis e locais a desinfetar.
  • Como boa prática e medida de organização, devem existir registos diários/semanais das atividades de limpeza e higienização.
  • Garantir a desinfeção com solução alcoólica das superfícies de contacto nas viaturas após cada utilização (volante, manete de velocidades, painel de comandos, pegas das portas, entre outros componentes tocados e partilhados).

 

MEDIDAS DE ÂMBITO PESSOAL

  • Respeitar o distanciamento físico entre os trabalhadores. Não deve existir contacto físico (apertos de mão, beijos, abraços) nas saudações sociais entre os intervenientes em obra.
  • Lavar ou desinfetar as mãos com regularidade com água e sabão ou uma solução alcoólica e evitar tocar no rosto.
  • Evitar a partilha de ferramentas entre trabalhadores, especialmente sempre que não seja possível proceder à sua desinfeção no ato de receção e antes da entrega a outro trabalhador.
  • Se for possível a troca de vestuário no estaleiro, garantir a separação das peças de trabalho das restantes, bem como das de outros trabalhadores (ex utilização de cacifos individuais).
  • Acondicionar os EPI reutilizáveis após a sua limpeza e desinfeção.
  • Sempre que, de acordo com a tarefa que executa e a avaliação de riscos efetuada, não haja indicação para utilização de outro EPI específico (máscara FFP1, FFP2 ou FFP3) deve ser utilizada máscara cirúrgica ou não cirúrgica (comunitária ou de uso social).
  • Garantir o distanciamento físico na zona de descanso dos trabalhadores.
  • Formar os trabalhadores sobre a correta utilização dos equipamentos de proteção individual.
  • Informar os trabalhadores sobre os efeitos do vírus e como minimizar a sua propagação.

 

Fonte (ACT): https://bit.ly/3IfJnK3

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Ausência ao trabalho por vacinação COVID-19

A falta ao trabalho para receber a vacina contra a Covid-19 é justificada? Sim. A falta ao trabalho para receber a vacina contra a Covid-19 é justificada e não determina perda de retribuição (art.º 249.º n.º 2 al. d) e 255.º n.º 1 do Código do Trabalho). O empregador está obrigado a promover a vacinação gratuita dos trabalhadores e a obedecer às recomendações da DGS (artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 84/97, de 16 de abril, na sua versão atual, relativo à proteção da segurança e saúde dos trabalhadores contra os riscos resultantes da exposição a agentes biológicos durante o trabalho), não podendo impor qualquer encargo aos trabalhadores (artigo 15.º, n.º 12 da Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro na sua versão atual).

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Fonte (ACT): https://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Documents/vacinacao_covid19.pdf
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